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quinta-feira, 12 de abril de 2007

Romance sobre o "Turco Mecânico"


O "Turco Mecânico", sobre o qual já postei comentando artigo no Le Monde Diplomatique rendeu romance que mistura história e ficção, como descreve a resenha da Veja reproduzida no site desta livraria.

É ler para crer. Ainda que este tipo de mistura costume deixar a dúvida entre o que pertence à história e o que o autor criou...

Abaixo a sinopse do livro, da mesma livraria, onde está disponível o seu primeiro capítulo bem como o original em alemão "Der Schachautomat", por um preço menor que o da tradução.

A Máquina de Xadrez
LOHR, ROBERT
Editora Record

Séculos antes de o computador vencer partidas de xadrez, outra máquina já mostrava que o xeque-mate é uma jogada de mestre. No século XVIII, o barão Wolfgang Von Kempelen encantou toda a Europa com o que parecia a primeira máquina inteligente; um autômato vestido de turco, invencível diante de um tabuleiro. O mistério persistiu até descobrirem que o responsável pelos movimentos era um anão, escondido dentro da formidável estrutura de madeira que se tornou uma das maiores fraudes da história. Invento que existiu de fato, a máquina de xadrez encantou a corte da Imperatriz Maria Teresa, da Áustria e da Hungria, e mereceu até um texto do mestre do suspense e terror Edgar Allan Poe. Material perfeito para um romance histórico repleto de intriga e mistério. Revelação da literatura contemporânea alemã, o jornalista Robert Löhr estréia no mundo das letras resgatando a história de um invento que pôs em xeque a nobreza européia. Nesta obra, acompanhamos a trajetória do barão Kempelen em busca de um truque que encantasse a imperatriz, enquanto se dedicava a seu verdadeiro intento; a construção de uma máquina capaz de falar. O encontro com o anão Tibor Scardanelli, hábil na movimentação de reis, rainhas, bispos e torres, logo lhe forneceu meios para que seu robô jogador de xadrez desviasse toda a atenção de suas pesquisas.

sábado, 18 de novembro de 2006

Revista Pesquisa FAPESP: Um robô capaz de criar uma “auto-imagem”

Destaques da Science de 17/11/2006 (Vol. 314, N°. 5802)
Robô norte-americano é capaz de criar uma imagem virtual de seu próprio corpo e se adaptar a danos sofridos, mudando seu modo de agir em diferentes situações.

Um robô capaz de criar uma "auto-imagem"
Máquina percebe seu próprio corpo e adapta comportamento a danos

Pesquisadores da Universidade Cornell (EUA), criaram um pequeno robô capaz de se adaptar a danos sofridos por sua estrutura, característica que poderia torná-lo útil para explorar territórios desconhecidos ou perigosos. O robô de quatro pernas contruído por Josh Bongard, Victor Zykov e Hod Lipson registra seus próprios movimentos por meio de sensores localizados em suas juntas e cria um modelo interno de seu próprio corpo. Ele usa esse modelo para encontrar a melhor combinação de movimentos para se locomover e o atualiza constantemente para detectar eventuais avarias. Quando, por exemplo, os cientistas encurtam uma de suas pernas, o robô muda seu modo de andar para compensar a "deficiência".

fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3499&bd=2&pg=1&lg=

URL resumo na Science Magazine (acesso a extras livre, artigo completo somente para usuários registrados): http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/314/5802/1118

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Aspecto social da IA: FITUAV?

Será o FITUAV da FITEC.org.br o veículo aéreo não tripulado citado pelo G. Dimenstein? A FITEC teria contrato com uma empresa de energia para automatizar a inspeção de suas linhas de transmissão.

Sobre o FITUAV e outros lançamentos (de 2005) da FITEC no blog Baguete, especial para a Futurecom 2005, leia:

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Invasão dos Robôs

do WNews de hoje:

Robôs: você ainda vai ter um em casa

09/10/2006
Larissa Januário


Em no máximo cinco anos os robôs domésticos deverão estar presentes nos lares brasileiros. A previsão é de Glauco Augusto Caurin, professor de robótica da Escola de Engenharia Mecânica de São Carlos, da USP(Universidade de São Paulo). Segundo o pesquisador, a meta da indústria mundial é fazer com que, em um futuro cada vez mais próximo, cada residência tenha um robô, principalmente para realizar tarefas que nem sempre o homem tem vontade de fazer. "Recolher lixo hospitalar ou materiais tóxicos, mergulhar em líquidos nocivos ao seres humanos estão entre as tarefas que os robôs poderão executar", completa.

E essa realidade começou com um marco importante para o setor: em 2005 foram vendidos mais de 1 milhão de robôs aspiradores de pó. Atualmente, são mais de 1 milhão de robôs em operação na indústria mundial, e as pesquisas estão cada vez mais voltadas para a criação de robôs domésticos capazes de interagir com seres humanos. "Indústrias totalmente automatizadas são um paradigma ultrapassado. A robótica industrial é importante, mas são os robôs que devem cooperar e se adaptar ao ser humano. Não é o ser humano que deve se adaptar às máquinas", pondera.


continua em:
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&id_conteudo=306&id_coluna=

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Le Monde Diplomatique: Mão de obra barata na internet



Artigo sobre automação, IA e trabalho no Le Monde Diplomatique (em francês).

Esperemos que sua tradução apareça no Diplô ...

Sobre o "Turco Mecânico", pretenso autômato jogador de xadrez citado no artigo do Pierre, ver texto da Wikipedia (em inglês).


Télétravail à prix bradés sur Internet
La revanche surprise de la matière grise, ou le retour du « Turc mécanique »

On a longtemps cru que l’« intelligence artificielle » permettrait un jour à l’ordinateur de se passer de l’homme. Erreur. La machine a fini par comprendre qu’il était plus rentable de payer un travailleur – une misère – pour les tâches subalternes qu’elle ne savait pas exécuter. L’ordinateur peut aussi trouver, instantanément, n’importe où dans le monde, un candidat pour ce genre de labeur.

Un ingénieur hongrois, Johann Wolfgang von Kempelen, fit sensation en Europe quand il présenta, en 1769, l’automate le plus sophistiqué de l’époque : une marionnette joueur d’échecs. Surnommé le « Turc mécanique », l’automate avait en effet l’apparence d’un pantin de taille humaine, moustachu et enturbanné, assis derrière un gros buffet. Lorsqu’on ouvrait celui-ci, apparaissait un subtil système de tiges, de tringles et de roues dentées : une mécanique qu’il fallait régulièrement remonter à l’aide d’une longue clef mais qui, selon les dires de son inventeur, dotait l’automate d’une intelligence artificielle lui permettant de défier la plupart des humains.

continua em:
http://www.monde-diplomatique.fr/2006/08/LAZULY/13745

E a conclusão:

« Nous sommes en train de créer un marché électronique du travail et des travailleurs, prophétise Jeff Barr, « évangéliste » des services d’Amazon. Désormais, vous pouvez incorporer de l’intelligence humaine à large échelle dans votre activité. » Après tout, l’être humain est un processeur comme les autres. Et, contrairement à toutes les idées reçues, c’est peut-être lui qui coûte le moins cher...

Pierre Lazuly.

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Robô atende a clientes em loja de departamento japonesa


Reprodução de notícia da Folha sobre o robô Enon que começou a trabalhar em seu primeiro emprego na Aeon Co., a principal cadeia de supermercados do Japão. O Enon, produzido pela Fujitsu, vem sendo comercializado desde setembro de 2005.




10/06/2006 - 15h01
da Efe, em Tóquio

Um robô Enon começou a trabalhar neste sábado e durante um mês vai ficar em experiência, atendendo aos clientes de um supermercado de Oita, no sudoeste do Japão, com indicações que permitem aos compradores encontrar com mais facilidade os produtos à venda.

Com seus 130 centímetros de altura, o pequeno Enon é o menor atendente das lojas de departamento Jusco Park Apraz Oita. Mas sem dúvida é um duro rival para seus companheiros de trabalho. Pelo menos, no que se refere à atenção dada aos clientes.

O polivalente Enon é capaz de interagir com as pessoas que fazem suas compras no Jusco Park por meio da voz e de uma tela acionada por toques. Além disso, anda sobre rodas, acompanhando e guiando o cliente que não sabe onde encontrar os produtos desejados.

Desenvolvido pelos Laboratórios Fujitsu e pela Fujitsu Frontech, o robô foi posto em funcionamento pela empresa Aeon Kyushu. O protótipo vai ser testado todos os fins de semana, de hoje a 9 de julho.

O Enon não só detecta a presença das pessoas e oferece sua ajuda aos clientes, mas também pode ser utilizado para retirar lixo e resíduos das lojas.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20178.shtml