terça-feira, 17 de outubro de 2006

wikIA - Inteligência Artificial no Brasil

Para comemorar os 50 anos da área de Inteligência Artificial, durante as conferências IBERAMIA, SBIA e SBRN de 2006 (International Joint Conference 2006), foi criada a página wikIA com o propósito de oferecer um lugar onde a comunidade brasileira possa inserir livremente informações sobre os grupos de Inteligência Artificial do Brasil.

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Invasão dos Robôs

do WNews de hoje:

Robôs: você ainda vai ter um em casa

09/10/2006
Larissa Januário


Em no máximo cinco anos os robôs domésticos deverão estar presentes nos lares brasileiros. A previsão é de Glauco Augusto Caurin, professor de robótica da Escola de Engenharia Mecânica de São Carlos, da USP(Universidade de São Paulo). Segundo o pesquisador, a meta da indústria mundial é fazer com que, em um futuro cada vez mais próximo, cada residência tenha um robô, principalmente para realizar tarefas que nem sempre o homem tem vontade de fazer. "Recolher lixo hospitalar ou materiais tóxicos, mergulhar em líquidos nocivos ao seres humanos estão entre as tarefas que os robôs poderão executar", completa.

E essa realidade começou com um marco importante para o setor: em 2005 foram vendidos mais de 1 milhão de robôs aspiradores de pó. Atualmente, são mais de 1 milhão de robôs em operação na indústria mundial, e as pesquisas estão cada vez mais voltadas para a criação de robôs domésticos capazes de interagir com seres humanos. "Indústrias totalmente automatizadas são um paradigma ultrapassado. A robótica industrial é importante, mas são os robôs que devem cooperar e se adaptar ao ser humano. Não é o ser humano que deve se adaptar às máquinas", pondera.


continua em:
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&id_conteudo=306&id_coluna=

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Le Monde Diplomatique: Mão de obra barata na internet



Artigo sobre automação, IA e trabalho no Le Monde Diplomatique (em francês).

Esperemos que sua tradução apareça no Diplô ...

Sobre o "Turco Mecânico", pretenso autômato jogador de xadrez citado no artigo do Pierre, ver texto da Wikipedia (em inglês).


Télétravail à prix bradés sur Internet
La revanche surprise de la matière grise, ou le retour du « Turc mécanique »

On a longtemps cru que l’« intelligence artificielle » permettrait un jour à l’ordinateur de se passer de l’homme. Erreur. La machine a fini par comprendre qu’il était plus rentable de payer un travailleur – une misère – pour les tâches subalternes qu’elle ne savait pas exécuter. L’ordinateur peut aussi trouver, instantanément, n’importe où dans le monde, un candidat pour ce genre de labeur.

Un ingénieur hongrois, Johann Wolfgang von Kempelen, fit sensation en Europe quand il présenta, en 1769, l’automate le plus sophistiqué de l’époque : une marionnette joueur d’échecs. Surnommé le « Turc mécanique », l’automate avait en effet l’apparence d’un pantin de taille humaine, moustachu et enturbanné, assis derrière un gros buffet. Lorsqu’on ouvrait celui-ci, apparaissait un subtil système de tiges, de tringles et de roues dentées : une mécanique qu’il fallait régulièrement remonter à l’aide d’une longue clef mais qui, selon les dires de son inventeur, dotait l’automate d’une intelligence artificielle lui permettant de défier la plupart des humains.

continua em:
http://www.monde-diplomatique.fr/2006/08/LAZULY/13745

E a conclusão:

« Nous sommes en train de créer un marché électronique du travail et des travailleurs, prophétise Jeff Barr, « évangéliste » des services d’Amazon. Désormais, vous pouvez incorporer de l’intelligence humaine à large échelle dans votre activité. » Après tout, l’être humain est un processeur comme les autres. Et, contrairement à toutes les idées reçues, c’est peut-être lui qui coûte le moins cher...

Pierre Lazuly.

sábado, 9 de setembro de 2006

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Os 15 (+3) sites que mudaram a Web

Abaixo trecho de matéria do The Observer (UK) traduzida na Carta Capital desta semana, a de número 408.

A matéria do The Observer parece ser um resumo de livro do mesmo autor, John Naughton: History of the internet, A Brief History of the Future, publicado pela Phoenix à £7.99.

Os 15 sites (não compreendi a ordem apresentada):
  1. ebay.com
  2. wikipedia.org
  3. napster.com
  4. youtube.com
  5. blogger.com
  6. friendsreunited.com
  7. drudgereport.com
  8. myspace.com
  9. amazon.com
  10. slashdot.org
  11. salon.com
  12. craigslist.org
  13. google.com
  14. yahoo.com
  15. easyjet.com
Destes, confesso que não conhecia alguns, como Yahoo! e Goooooogle. :)

Na Carta Capital, há também matéria (aberta) sobre 3 sites tupiniquins : UOL, Cadê? (Yahoo!) e Submarino.

Comente e diga o que acha da lista dos 15 do The Observer e/ou dos 3 da Carta Capital. Algum site mudou sua vida?

Websites that changed the world
John Naughton
Sunday August 13, 2006


Amazon used to be a large river in South America - but that was before the world wide web. This month the web is 15 years old and in that short time it has revolutionised the way we live, from shopping to booking flights, writing blogs to listening to music. Here, the Observer's Net specialist charts the web's remarkable early life and we tell the story of the 15 most influential websites to date.

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

ComCiência: Qual o sentido da Web?

Seguem trechos de artigo de Mônica Macedo no ComCiência, Revista Eletrônica de Jornalismo Científico iniciativa da SBPC e LabJor.

Qual o sentido da Web?

Imagine que você esteja buscando informações sobre metrópoles norte-americanas na Internet. Entre com a palavra "metropolis" (em inglês) num programa de busca e virão respostas tão variadas quanto a revista Metropolis, a gravadora de discos Metropolis, o fórum Metropolis sobre pesquisa e políticas de migração e cidades, a página de um fã do Metropolis, de Fritz Lang e outras. Isto porque os programas não distinguem o filme da revista ou do centro de pesquisas. É claro que você pode (aliás, deve) combinar "metropolis" com outras palavras-chave, acrescentando ou excluindo termos que permitam refinar a busca, preferencialmente indicando também outros parâmetros, como data, língua ou domínio, que muitos programas aceitam na função de "busca avançada". Ainda assim, o resultado é muitas vezes desolador. São dezenas (às vezes centenas) de páginas que não interessam, tornando difícil separar o joio do trigo.

Com o crescimento exponencial da Web tornou-se difícil indexar as informações. A linguagem HTML, que popularizou a Web e é utilizada pela maioria dos sites, não possui recursos que permitam atribuir significado à informação. "As tags HTML são muito limitadas nesse sentido. Elas apenas descrevem como a página deve ser exibida e não oferecem nenhuma descrição dos dados", explica Rubens Queiroz, do Centro de Computação da Unicamp.

[...]
A Web Semântica é uma tentativa inversa de solução. Ao invés de pensar na informação para os humanos, a idéia é pensar na máquina. "Machine-understandable Information", esta é a definição da Web Semântica, segundo o "pai da Web", Tim Berners-Lee, um dos comandantes desse projeto. É curioso, claro, pois o objetivo final é atender às pessoas e não aos computadores, mas para isso é preciso construir categorias e uma linguagem que façam sentido para a máquina.

O projeto da Web Semântica, embora pareça uma novidade, não nasceu há tão pouco tempo. Capitaneado pelo consórcio W3C, ele é um sucessor do projeto Metadados, cujos princípios são os mesmos (incluir "informação sobre a informação" na Web), mas que trabalhava com linguagem (HTML), que não permite criar categorias semânticas.

[...]

Aplicações

As metas do projeto da Web Semântica são mais ambiciosas do que simplesmente permitir indexar melhor a informação da Web. Interessam as aplicações que se tornam possíveis com a utilização de categorias semânticas para descrever os dados. Quem leu o texto de Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila, na revista Scientific American de maio/2001, se lembrará que o início descreve o caso de Pete, um filho que busca na Internet, através de seu agente (um software robô), alternativas para a fisioterapia de sua mãe. Dispondo previamente de uma série de dados de Pete (seu endereço, seus horários, o seguro-saúde de sua mãe, etc), o agente busca na Web as informações relevantes (lista de médicos credenciados, suas agendas, etc) e em alguns minutos oferece uma lista de opções para que ele escolha a que mais lhe convém. Não satisfeito com a primeira lista, Pete pede que o agente refaça a busca de acordo com as restrições por ele estabelecidas. Desta vez, a solução oferecida é satisfatória e com algumas ações simples. Pete muda parte de seus compromissos, obtém a aceitação do agente de Lucy (sua irmã, com quem irá dividir as idas à fisioterapia da mãe) e acerta a agenda.

Todo esse cenário, é claro, ainda está relativamente distante. Além disso, as aplicações mais prováveis das ferramentas acima descritas serão o comércio eletrônico e grandes bancos de dados, como os próprios autores ressaltam. Mas, pondera Rubens Queiroz, isto não faz da Web Semântica uma má idéia. "Hoje o interesse maior é de empresas, por exemplo uma grande editora, para permitir a troca de dados. Mas sites não comerciais também se beneficiarão da utilização do XML e do desenvolvimento da Web Semântica, pois seus conteúdos serão indexados mais eficientemente pelos programas de busca e poderão ser mais facilmente convertidos em novos formatos ou ganharem novo visual", conclui.

Para quem quiser ver exemplos de sites que desenvolvem os conceitos da Web Semântica, com utilização de XML, RDF e outros, são interessantes o Projeto Dublin Core Metadata Initiative, o IMS Global Learning Consortium, que estabelece vocabulários para facilitar o aprendizado distribuído on line e, em português o Projeto RSSficado.

Mônica Macedo
© 2002
SBPC/Labjor
Brasil

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Globo Reporter: Mistérios do cérebro



A conferir... hoje em alguns minutos, na TV aberta:

"Conheça a incrível história do motorista de táxi que decorou o nome e a localização de mais de 120 mil ruas. Você vai ver as reações que a música provoca no cérebro de quem canta.

Saiba como podemos melhorar o funcionamento dessa máquina fascinante. Especialistas ensinam o que fazer para manter sua memória em dia e de que maneira podemos usar o nosso cérebro para combater a dor."

Assista no GMC à primeira parte sobre o "Sr. Lúcido".
(Reportagem completa somente para assinantes.)